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Entendendo o desânimo

  • Foto do escritor: Psicóloga Isabela Ciandella
    Psicóloga Isabela Ciandella
  • 8 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 25 de fev.



Existem pessoas que arrastam o desânimo por toda uma vida. Devido as demandas do cotidiano e do trabalho, além das desigualdades sociais e econômicas, o desânimo costuma ser apenas sentido e escondido no fundo da mente. Entretanto, na psicoterapia, percebe-se que não há como esconder esse estado emocional sem que o preço a pagar pelo esconderijo seja caro.

Com isso, costuma-se não investigar o desânimo por medo do que ele possa significar. "Será que estou com depressão?" Pense em quantas vezes você se questionou isso, ou questionou outra pessoa. A tristeza faz parte da vida, afinal, ninguém é feliz o tempo inteiro. Porém, saber acolher a tristeza é uma tarefa de amor próprio.

Não ter medo do próprio desânimo é olhá-lo com cuidado e atenção. Procurar ajuda, seja através da investigação da parte física, ou por meio da psicoterapia com um profissional qualificado, é dar uma chance para si e voltar a

viver uma vida que abarque a alegria, a tristeza, a realização e as crises.

Com carinho,

Psi Isabela Ciandella


 
 
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